Este blog foi criado com a intuito de abordar questões de diversidade étnico-racial e cultural na educação, dificuldades e possíveis meios de melhorar a qualidade deste seguimento. No país da miscigenação ainda se enfrenta problemas com conceitos antecipados, racismo e deficiência do poder público em lidar com a mistura de culturas.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Isabel Martiliano, Dinaléia Veloso e Lídio Silva
Fugindo um pouco do tema central, mas por uma boa causa...
Segue Video clip "Zombie" da banda The Cramberries; um protesto sobre a violência entre extremistas protestantes e católicos na Irlanda do Norte, na época do conflito norte irlandês . O álbum trouxe à banda imensa popularidade na Europa e Estados Unidos.
Lindo demais, vale a pena conferir!
Zumbi
Outra cabeça se inclina humildemente...
Uma criança é lentamente tomada
E a violência causou tal silêncio
A quem estamos enganando?
Mas veja bem, não é comigo, não é a minha família
Na sua cabeça, na sua cabeça eles estão lutando
Com seus tanques e suas bombas
E seus ossos e suas armas
Na sua cabeça, na sua cabeça, eles estão chorando
Na sua cabeça, na sua cabeça
Zumbi, zumbi, zumbi hey, hey
O que há na sua cabeça? Na sua cabeça...
Zumbi, zumbi, zumbi?
Ei, ei, ei, oh, dou, dou, dou, dou, dou ...
Outra mãe está desmoronando
Seu coração é tomado
Quando a violência causa silêncio...
Nós devemos estar enganados
É o mesmo velho tema desde 1916
Na sua cabeça, na sua cabeça eles ainda estão lutando
Com seus tanques e bombas
E seus ossos e suas armas
Na sua cabeça, na sua cabeça, eles estão morrendo...
Assisti esse vídeo no terceiro ano do ensino médio; mostra a profunda desigualdade em consequência do capitalismo que rebaixa o homem à um nivel muito abaixo até dos animais.
Uma produção de Jorge Furtado
Fonte: YOUTUBE
Boa Noite pessoal, estamos disponibilizando aqui alguns textos que abordam diversidade na educação. Cada integrante escolheu um artigo acadêmico. Para acessos, deixamos os links a seguir:
Isabel Martiliano, Dinaleia Veloso, Lidio.Silva
EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE ÉTNICO-CULTURAL - Nilma Lino Gomes
A rádio escolar está diretamente relacionada com a utilização da mídia rádio
no desenvolvimento da aprendizagem e da transformação dos professores e alunos da
condição de consumidores da informação à categoria de produtores.
É uma oportunidade dos alunos, em particular, exercerem a criticidade em
relação aos conteúdos informativos transmitidos pelos órgãos midiáticos em
geral. Assim, a rádio escolar não é apenas um mero instrumento para enviar
recados e colocar música, especialmente, aquelas de gosto duvidoso.
A rádio escolar pressupõe a elaboração de programas, geralmente educativos,
em que a aprendizagem se dá durante sua elaboração e não depois de prontos. Isto
significa um trabalho de equipe em que o aluno aprende, desde já, a ouvir, falar,
julgar, respeitar, decidir, colaborar e acolher as decisões majoritárias, em
que a gestão coletiva e democrática dos recursos, da programação e do
saber-fazer sirvam para que a rádio escolar represente a totalidade dos
envolvidos na escola e contribua para o pleno exercício da cidadania.
Nesse contexto, a pesquisa, a escolha das técnicas para a realização dos
programas (entrevistas, rádio teatro, jingle, spot, enquete, reportagens, etc.),
das músicas, do formato, etc. fazem parte da aprendizagem do aluno, considerando,
assim, que seu desenvolvimento acontece durante a realização desses programas.
Dessa forma, reveste-se de grande valor a rádio no espaço escolar, não
somente porque forma, além de estudantes críticos e conscientes, mas técnicos
em edição de áudio, eventualmente de vídeo, caso exista blog ou site, locutores,
redatores, intérpretes, técnicos de som, etc., proporcionando assim,
oportunidades de emprego ou de início de aprendizagem voltada para o mercado de
trabalho.
Conclui-se que a rádio escolar não tem como objetivo a formação de
radialistas, mas a apropriação dos instrumentais da mídia. Não focaliza apenas
momentos de lazer e entretenimento, mas a construção da cidadania e o
engajamento em projetos colaborativos para a melhoria das relações sociais em
que a discussão sobre temas como sexualidade, saúde, meio ambiente,
preconceito, finanças, política, administração, esportes, etc. seja fomentada
como forma de minimizar ou erradicar a alienação e a apatia estudantis.
Além disso, a rádio escolar visa a promoção e a socialização entre os
alunos, a ampliação do universo vocabular, a valorização da programação
radiofônica, proporcionando a consciência crítica, a percepção
auditiva, a concentração, as diferenças de linguagem e a socialização de
saberes.
Conteúdo retirado do blog Tecnorragia: http://tecnorragia.blogspot.com.br/2011/07/radio-escolar.html
Alunos: Dinaléa Veloso, Isabel Martiliano e Lídio
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Tá aqui pessoal o nosso vídeo criado pelo programa windows movie maker como foi solicitado pela professora de TIC, Deise Juliana.
Espero que gostem..!!
Beijos e até a próxima. :)
Postado por: Dinaléa Veloso, Isabel Martiliano e Lídio.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
A educação hoje precisa cada vez mais de profissionais comprometidos com a boa ideia de fazer do aluno uma nova pessoa , ou seja transformar sua vida operar significativa transforma ção nesse aluno , só assim será muito bem sucedido na sua empreitada de Educar para a cidadania e diversidade com respeito a todas as condições genéticas que existem no mundo . SEJAMOS educadores comprometidos com a diversidade.
Isabel Martiliano A EDUCAÇÃO ESPECIAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN
"Toda ciência, comparada com a realidade, é primitiva e infantil - e, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos".
(Albert Einstein, 1879-1955)
A Síndrome de Down é caracterizada como condição genética, que leva seu portador a
apresentar uma série de características físicas e mentais específicas. Esta síndrome é
considerada uma das mais frequentes anomalias numéricas dos cromossomos autossômicos e
representa a mais antiga causa genética de retardo mental, ela também era conhecida como
mongolismo, face às pregas no canto dos olhos que lembram pessoas de raça mongólica.
O desenvolvimento de uma criança com síndrome de Down se difere em pouca coisa
do desenvolvimento das demais, dessa forma ela pode frequentar uma escola de ensino
regular, pois o convívio com outras crianças não portadoras da síndrome irá colaborar no seu desenvolvimento. Além disso, essa convivência também é positiva para as demais crianças,
pois faz com que cresçam respeitando as diferenças, sem nenhum tipo de restrição em seu
círculo de amizade, seja por raça, aparência, religião, nacionalidade.
As crianças com Síndrome de Down têm um atraso no desenvolvimento global, que se
manifesta também na aquisição da linguagem. O desenvolvimento da fala, bem como de todo
o processo de comunicação, depende de vários fatores orgânicos, ambientais e psicológicos,
que estão presentes desde os primeiros dias de vida.
O atraso na aquisição da fala e linguagem constitui um dos maiores problemas
encontrados pelos pais de crianças com Síndrome de Down. A assistência de um profissional
especializado nos problemas de comunicação (fonoaudiólogo) é muito importante para
auxiliar a família a verificar as dificuldades da criança e orientar quanto à melhor forma de
estimulá-la em casa. De fato, muitos pesquisadores observaram que os cuidados e a
estimulação que a criança recebe no ambiente familiar são muito importantes no aprendizado
da fala, pois na maior parte do seu tempo a criança está com a família.
Convém salientar que, mesmo com a ajuda de profissionais e estimulação no ambiente
familiar, a criança com Síndrome de Down necessita de um período bastante prolongado para
comunicar-se com um bom vocabulário e articulação adequada das palavras.
Desta forma, o presente artigo busca conhecer como acontece esta comunicação, de
que maneira acontece e como se pode ajudar como instituição escolar que está recebendo esta
criança com síndrome de down, pela inclusão e não possui nenhum conhecimento desta
situação.
Como a escola pode ajudar e auxiliar o professor para que os direitos desta criança
seja preservado e que esta receba o real tratamento a que tem direito.
Kallil, o primeiro estudante da UFG com síndrome de down, comemora seu ingresso à universidade. (Foto: divulgação
O autismo não é considerado, hoje, um estado mental fixo, irreversível e imutável, mas o resultado de um processo que pode, ao menos em parte, ser modificado por meio de intervenções terapêuticas. Ele não pode ser causado por fatores emocionais e/ou psicológicas. As evidências apontam para a multicausalidade. Descobertas recentes apontam a possibilidade de o autismo ser causado por uma interação gene-ambiente.
As crianças autistas têm um repertório muito limitado de comportamento, ou seja, fazem realmente poucas coisas. Isso sem dúvida é um dos motivos que leva as dificuldades de aprendizagem. Algumas delas são:
Dificuldade de atenção: algumas crianças são incapazes de se concentrar, mesmo por poucos segundos. Para superar esta dificuldade, é preciso planejar situações de ensino estruturadas, dividindo em pequenos passos e metas o que elas devem aprender. Também possuem dificuldades em reconhecer a relação espaço-temporal entre acontecimentos que se inscrevem dentro da mesma modalidade sensorial.
Dificuldades de raciocínio: muitas vezes elas aprendem mecanicamente, sem compreender a essência ou significado do que queremos que aprendam. O planejamento de tarefas pode evitar essa mecanização, acentuando o que realmente é significativo para elas.
Dificuldade de aceitação dos erros: frequentemente deixam de responder às chamadas de atenção e ordens, baixando o nível de atenção. Dessa forma, a aprendizagem não se produz. Para que isso não ocorra é preciso habituá-los a adaptarem-se a situações cada vez menos gratificantes.
Algumas estratégias podem ser utilizadas no dia-a-dia para solucionar esses problemas, tais como: criar situações de faz-de-conta que despertem o interesse da criança; usar bonecos para representar a família; criar soluções simbólicas para ajudar a resolver os problemas; encorajar a investigar pistas e sinais; e modelar/mediar uma sequência do que se deve fazer; introduzir palavras que a criança se interesse para que, posteriormente, ela possa construir frases com elas.
Os educadores devem desenvolver um programa de educação individualizado para focalizar nos problemas específicos da criança. Isto inclui terapia de fala e do idioma, e também habilidades sociais e treinamento de habilidades cotidianas. Eles devem elaborar estratégias para que essas crianças consigam desenvolver capacidades de poderem se integrar com as outras crianças ditas “normais”.
O texto é uma boa ferramenta no auxílio ao entendimento do tema para pessoas totalmente leigas. Ele aborda o assunto de maneira clara e sucinta; as possíveis causas e formas de agir perante o portador de autismo não apenas em sala de aula, mas na sociedade.
Referências:
BAUTISTA, Rafael. Necessidades Educativas Especiais. 2ª edição. São Paulo: Dinalivro, 1997.
BERQUEZ, G. O autismo infantil e Kanner. In: LEBOVICI, S.; MAZET, P. Autismo e psicoses da criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
Pessoal, estou disponibilizando o meu Currículo Lattes, conforme a Professora Deise Juliana solicitou. --> Dinaléa Veloso http://lattes.cnpq.br/5257437964833985
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Isabel Martiliano
Projetos promovem ensino de cultura afro-brasileira nas escolas
A Lei nº 10.639, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira nos currículos do ensino fundamental e do ensino médio, completou uma década em 2013. Apesar do tempo, o tema ainda está longe das salas de aulas. De acordo com o Siga Brasil, sistema de informações sobre orçamento público, pouco mais de 11% da verba reservada para projetos educacionais que promovam a igualdade racial foi usada em 2012.
Porém, alguns projetos educativos decidiram atuar por conta própria no fomento à cultura afro-brasileira nas escolas. É o caso da Associação Harmonicanto, do Rio de Janeiro (RJ), que criou o projeto Cantar e Contar Clementina – Outra Forma de Aprender, realizado no contraturno das escolas públicas. “Utilizamos a história da cantora e compositora Clementina de Jesus para trabalhar questões históricas, sociais, raciais, de discriminação, de gênero e de resgate da cultura afro-brasileira”, explicou Ellis Amorim, assessora técnica do projeto. O trabalho é feito com 70 crianças de 4 a 12 anos de idade. “O projeto faz com que esses alunos tornem-se cidadãos conscientes de seus direitos, deveres e possibilidades futuras”, contou.
Para Cássia Oliveira, coordenadora executiva da associação, o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas é importante não só para conscientizar os alunos, mas também para elevar a autoestima dos afrodescendentes. “A cultura afro-brasileira, a despeito de sua influência na formação de nosso patrimônio cultural, foi discriminada ao longo da história. Proporcionar a valorização desta cultura na escola é resgatar nossas origens e contribuir para a elevação da autoestima afrodescendente”, disse.
A atividade está dando resultados e, hoje, é possível que as crianças passem a se identificar com a história da cantora. “Dentre outras abordagens, relatamos experiências da infância relacionadas à família de Clementina, comparando-as com a realidade vivida pelas crianças hoje. Ao apresentarmos fotos da artista, os alunos puderam observar seus traços fortes, herança característica de afrodescendentes, como a cor negra, lábios grossos, cabelos crespos. A maioria prontamente conseguiu identificar pontos em comum com as características de Clementina em si mesmos ou na família”, relatou Oliveira.
Quando a criança entra na escola, ela enfrenta o preconceito de forma mais agressiva. E é justamente nesse período que se deve promover a conscientização. Há pesquisas que apontam que o caráter do adulto é formado entre zero e seis anos de idade. Por isso, é no início da vida que a formação deve ser feita. Dessa forma, podemos diminuir o preconceito racial ainda tão presente em nossa sociedade. É necessário promover uma formação melhor entre os educadores. “Nossos professores não foram formados para tratar de questões raciais na escola. Por isso, a SEPIR também trabalha dentro de instituições de ensino superior para formar futuros pedagogos que levem a questão para dentro das escolas”, afirmou Oliveira.
O coordenador de relações estratégicas da ONG Educap, Reginaldo Lima, afirma que trazer as questões étnico-raciais para a escola é, também, aproximar a realidade do aluno do ambiente escolar. “Na escola, não existe um universo que trate diretamente das questões afro-brasileiras. Mas tratar de cultura negra é promover um espaço democrático, que eleve a autoestima do aluno, muitas vezes evadido por não se identificar com a escola”, disse.
Para ele, é extremamente necessário que a questão entre no Projeto Político Pedagógico – PPP das escolas. “Entendo que a escola é um ponto de partida para fomentar a discussão do preconceito. Precisamos privilegiar a discussão, não colocar um indivíduo acima do outro. Essa é uma forma de evoluir. Precisamos tornar as crianças e adolescentes geradores das soluções de seus próprios problemas”, disse. A ONG Educap atua no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, com projetos focados na diminuição da evasão escolar.
A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL O programa explica, sucintamente, como a educação no Brasil se desenvolveu desde a época dos jesuítas até os tempos atuais.
Contando a história da educação no Brasil, por alto, o vídeo deixa claro a origem cultural de nosso país e o motivo pelo qual essa cultura foi massacrada, sofrendo uma tentativa de substituição.
Isabel Martiliano
Fonte: Google Imagens
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Educação e Relações Étnico-Raciais
"Educar significa, dentre outros aspectos, reconhecer a realidade exterior ao
ambiente escolar. Significa admitir que os modelos econômico e social aos quais
estamos atrelados interferem nas concepções de homem e de mundo e nas relações
interpessoais. Portanto, a prática docente deve trazer em seu bojo inúmeras
questões não só de ordem metodológica, mas antes disso, questões ideológicas e
psicossociais."
" Para que possamos desempenhar melhor nosso papel de educadores em todas as áreas do ensino, temos que ter uma melhor compreensão de alguns conceitos muito marcantes em nossa sociedade, desta forma devemos fazer uma abordagem antropológica dos conceitos de: diversidade, desigualdade, etnocentrismo e alteridade. Assim sendo, ao longo da história, na qual a colonização se fez presente, a escravidão, o autoritarismo e a recusa pelo negro como pessoa biologicamente e culturalmente de igual importância na sociedade, contribuíram para o sentido de inferioridade do negro brasileiro e a ideologia degenerativa do mestiço; Foram os mecanismos de dominação ideológica mais popular já produzido no Mundo sendo um exemplo claro dos conceitos do Etnocentrismo na história e que permanecem ainda no imaginário social dos tempos atuais, o que dificulta a ascensão social do negro, pois este é visto como indolente e incapaz intelectualmente. No Brasil existe o “mito da democracia social” que tem como objetivo propagar que não existem diferenças raciais no País e que todos aqui vivem de forma harmoniosa, sem conflitos. E que existe a igualdade de oportunidades para brancos, negros, mestiços, pobres e ricos. A disseminação deste mito permitiu esconder as desigualdades que é constatada nas práticas discriminatórias de acesso ao emprego, dificuldade de crescimento social da população negra e já nessa fase, também as camadas mais pobres que ocupam os piores lugares na estrutura social, que frequenta as piores escolas e que recebem remuneração inferior a dos Branco e ricos, pelo mesmo trabalho e tendo a mesma qualificação profissional. No nosso cotidiano escolar traz vários exemplos do mito da democracia social. O aspecto da cultura da classe dominante que a escola transmite, pois reflete as classes privilegiadas e não a totalidade da população, embora haja, contudo no interior da escola e que possibilitam confrontar essa cultura hegemônica, desprezada pela diversidades culturais trazidas pelo diversos alunos, assim apesar da escola inculcar, introduzir o saber dominante, essa educação social diversificada poderia ser mais evidente a cultura popular.Nós como educadores devemos ter uma proposta educacional voltada par a diversidade, junto às variações de culturas; Colocando todos nós educadores (de que área que seja), um desafio de esta atentos às diferenças econômica (desigualdade social), etnologia racial e de buscar o domínio de um saber crítico que permita interpretar essa alteridade – mudanças de culturas sem nenhum preconceito.Nós como educadores, temos a obrigação não só de conhecer os mecanismos e os conceitos da dominação cultural, econômica, social e política; Ampliando os nosso conhecimentos antropológicos, mais também de perceber as diferenças etno culturais sobre essa realidade cruel e desumana. A educação escolar é um espaço privilegiado para crianças, jovens e das camadas populares terem acesso ao conhecimento cientifico e cultural em geral. Do qual a população pobre e negra é excluída por estarem num meio social desfavorecido. A escola é o espaço onde se encontra a maior diversidade cultural e também local mais discriminador. Tanto assim que existem escolas para ricos e pobres, de boa e má qualidade, respectivamente. Por isso, trabalhar as diferenças é um desafio para o professor. Por ele ser mediador do conhecimento. A escola em que ele foi formado e na qual ele trabalha é reprodutora do conhecimento da classe dominante, classe esta que determina as regras e determina o que deve ser transmitido aos alunos. Mas se o professor for detentor de um saber critico, poderá questionar esses valores e saberá utilizar desse conhecimento o que ele tem de valor, respeitando as desigualdades, as alteridades e as diversidades."